Improviso Nature from Helder Gonçalves on Vimeo.
sábado, 4 de junho de 2011
quinta-feira, 26 de maio de 2011
MC2HG
Nova versão sonora com imagens de Mário Carvalho. Podem sugerir um título para o conjunto audiovisual...! Ainda não tem.
HG
MC2HG from Helder Gonçalves on Vimeo.
HG
quinta-feira, 24 de março de 2011
Texto completado (a aguardar publicação)
Música para Cinema: Porosidade e Identidade
Helder Filipe Marques Pereira Gonçalves
Universidade da Beira Interior
Resumo:
Baseado na análise de excertos de filmes de Gus Van Sant e Francis Ford Coppola, entre outros, o presente artigo pretende abordar a questão de como os elementos sonoros diegéticos e não diegéticos (essencialmente musicais) se relacionam. Nesta análise propomos critérios de alguns autores do campo da teoria do cinema, da semiótica e da filosofia, como Chion, Barthes, Deleuze ou Redner, úteis para a descrição do papel da música na construção de significados associados aos personagens, aos filmes em questão e à linguagem cinematográfica.
Tentamos pensar a banda sonora ora como uma soma de sensações musicais, ora como conjunto de diferentes objectos que se podem perscrutar através de diferentes atitudes de escuta. Estas variáveis abordagens marcam a lógica de uma comunicação entre realizador e espectador, para a qual a música tem um papel importantíssimo. As identidades mais desenvolvidas ao longo do texto serão as da relação imagem-música, dos personagens e da música em si mesma.
Helder Filipe Marques Pereira Gonçalves
Universidade da Beira Interior
Resumo:
Baseado na análise de excertos de filmes de Gus Van Sant e Francis Ford Coppola, entre outros, o presente artigo pretende abordar a questão de como os elementos sonoros diegéticos e não diegéticos (essencialmente musicais) se relacionam. Nesta análise propomos critérios de alguns autores do campo da teoria do cinema, da semiótica e da filosofia, como Chion, Barthes, Deleuze ou Redner, úteis para a descrição do papel da música na construção de significados associados aos personagens, aos filmes em questão e à linguagem cinematográfica.
Tentamos pensar a banda sonora ora como uma soma de sensações musicais, ora como conjunto de diferentes objectos que se podem perscrutar através de diferentes atitudes de escuta. Estas variáveis abordagens marcam a lógica de uma comunicação entre realizador e espectador, para a qual a música tem um papel importantíssimo. As identidades mais desenvolvidas ao longo do texto serão as da relação imagem-música, dos personagens e da música em si mesma.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
M(C)MX
M(C)MX from Helder Gonçalves on Vimeo.
Encomenda da Câmara Municipal da Guarda , para as Comemorações Locais do Centenário da República
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Pedrito Álv. Cabral
Sonho com direito a hemíolas, cadências de Landini (e inevitável escapadinha), desafinações, idiofone samplado, ..., ah! voz off profissional, etc.
03 Visão do Pedrito.mp3
03 Visão do Pedrito.mp3
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Antígona
Teatro das Beiras (2009), final de ensaio.
As 5ªs paralelas são - obviamente - de propósito :)
As 5ªs paralelas são - obviamente - de propósito :)
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
M(C)MX
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